sábado, 7 de março de 2015

Bolo Light de Banana Sem Farinha de Trigo

 

Olá leitoras(es) do Blog Mania de Mulher!

Nos dias atuais fala-se muito em Estilo de Vida Saudável, mas são poucas pessoas que conseguem incluir em sua rotina boas práticas que favoreçam sua saúde e bem estar. As pressões impostas pelo dia a dia somadas ao tempo escasso contribui muito para a escolha errada de comidas rápidas, que em grande parte carregam consigo poucos ou quase nenhum nutriente e muitas calorias.

Mas esse cenário alimentar pessimista pode estar longe da nossa rotina. Existem muitas receitas rápidas e práticas que podem nos salvar de uma refeição desequilibrada. Em minha busca por uma alimentação regrada, descobri essa receita muito saborosa que hoje venho compartilhar com vocês.

bolo ligth sem farinha de trigo

 

Quem disse que não podemos comer bolo sem doer a consciência? Esse bolo vai na contramão dos bolos tradicionais carregados de açúcares e calorias.  Acredito ser esse bolo ideal para matar o desejo por doces e ao mesmo tempo nutrir o organismo.

Agora chega de blá, blá, blá e vamos ao que interessa! 

Ingredientes

3 ovos inteiros

1/3 xícara (chá) de azeita de oliva extra virgem

1/2 xícara (chá) uva passa ou ameixa seca sem caroço

4 bananas nanicas bem maduras

1 e 1/2 xícara (chá) de farelo de aveia (Oat Bran)

1/2 xícara (chá) quinoa

2 colheres (sopa) de fermento em pó

*Se preferir um bolo um pouco mais doce, coloque 1 colher (chá) de açúcar demerara, mas não é necessário (opcional).

Para untar a forma: margarina ligth, açúcar demerara e canela em pó.

DSC_1398

 

Preparo:

Bata no liquidificador os ovos, o azeite e o açúcar (opcional). Depois adicione a uva passa e as bananas e bata novamente.

Despeje em um recipiente o conteúdo do liquidificador e acrescente o farelo de aveia, a quinoa e o fermento em pó. Misture delicadamente com uma espátula de silicone.

DSC_1401

Unte uma forma de bolo inglês ou forma redonda com furo, com margarina light, açúcar e canela em pó, despeje a massa do bolo e leve ao forno pré-aquecido por 20 minutos.

Observações:

Se você não tiver quinoa, troque-a por farelo de aveia. Desta forma você deverá usar 2 xícaras (chá) de farelo de aveia ao invés de 1 e 1/2.

Se você não tiver farelo de aveia, use farinha de aveia.

Utilize as bananas bem maduras, pois é o açúcar da própria fruta e da uva passa que dará o sabor doce ao bolo.

Esse bolo é uma sugestão saudável e menos calórica para a substituição do bolo tradicional, mas lembre-se que é muito importante consultar um nutricionista.

 

Diferenças Entre Farinha de aveia e Farelo de aveia

A farinha de aveia é obtida a partir da camada mais interna do grão, enquanto o farelo de aveia é obtido da camada externa do grão.

Apesar de possuir um pouquinho mais de gordura, o farelo de aveia é menos calórico, contém menos carboidrato e tem maior percentual de proteína e fibras. Ambos auxiliam no bom funcionamento do organismo e proporcionam saciedade.

Porém, o farelo de aveia por conter alto teor de fibras solúveis, torna-se mais eficiente na propriedade de reduzir e manter os níveis de colesterol no sangue.

 

Benefícios da Quinoa

De acordo com especialistas, os benefícios da quinoa são regular o intestino, aumentar a disposição, retardar o envelhecimento, recuperar as fibras musculares, controlar os níveis de colesterol, glicemia e triglicérides no sangue, combater anemia, problemas urinários e doenças do fígado, além de prevenir a osteoporose, câncer da mama, doenças do coração e outras alterações decorrentes da carência de estrogênio na menopausa.

 

Benefícios da Uva Passa

Por conta da desidratação, os compostos da fruta que trazem benefícios para a saúde ficam mais concentrados na uva passa. Entre essas substâncias estão os fenólicos, que apresentam ações específicas no corpo. O principal efeito é atuar como antioxidante, ou seja, proteger o corpo dos radicais livres. Eles também contribuem na prevenção de doenças vasculares e de infarto, além de diminuírem a sensação se fome e contribuírem para o controle de peso.

Nela encontramos:

Fibras: ajudam no funcionamento do intestino e promovem saciedade

Potássio: importante para o equilíbrio da pressão arterial

Vitaminas do Complexo B: participam na geração de energia para as células.

Vitamina E: ação antioxidante

Vitamina K: participa no processo de coagulação sanguínea.

 

LEIA TAMBÉM . . .

Sushi fácil e barato

Flor de jujuba para decorar mesa de festa

Suco Rosa: um aliado da saúde

Omelete Especial e Nutritivo

Berinjela Recheada

Vem dançar comigo: Samba dos Alunos do Rafael Thomé

Maquiagem Árabe para Dança do Ventre

Maquiagem Mulher Gato

Anti rugas com Retinol e DMAE

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Apresentação Samba – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

 

Olá amigas leitoras do Blog Mania de Mulher!

Nos posts anteriores acompanhamos as apresentações de Bolero e Lambada-Zouk, realizadas pelos alunos da Escola de Dança Rafael Thomé. Hoje, o samba está no ar e irá nos embalar com toda a sua energia através de vídeo, fotos e relatos de minha experiência pessoal.

1505256_794095050636883_1690402267637833880_n

Antes do surgimento do samba propriamente dito, se dançava o batuque africano em filas ou em rodas com o ritmo acompanhado por palmas. O samba no Rio de Janeiro surgiu do batuque africano, de Angola e do Congo.

Depois da abolição da escravatura, se formaram basicamente duas vertentes do samba, a primeira tinha grande influência do maxixe e desse samba surgiu posteriormente o samba dançado a dois, o samba de gafieira. Na década de 40, as pessoas passaram a dançar em pares nos salões públicos, nas chamadas gafieiras ou cabarés localizados em sobrados de Botafogo, Catete e Centro no Rio de Janeiro. Por coincidência ou não, as academias mais conhecidas ficam nesses bairros.

10850308_997144853648227_3090103859399994715_n

A segunda vertente foi a que subiu o morro, levada por problemas sócio econômicos da época, dando origem, entre outras coisas, às escolas de samba e na forma dançada ao samba-no-pé. No final da década de 20 e início da década de 30, surgiu o Samba-Enredo para acompanhar os desfiles das escolas de samba. Também apareceu o Samba-Choro que apresentou uma complexidade melódica bem mais intensa e também uma harmonia mais interessante, um derivado do choro instrumental. Surgiu também, o Samba-Canção que era uma música com uma temática sentimental e que tinha uma melodia mais elaborada.

PhotoGrid_1418667295393

 

O samba de gafieira dançado na década de 40 é diferente do dançado atualmente. O samba de gafieira atual importou alguns movimentos que são característicos do tango argentino e incorporou também passos acrobáticos em que a dama é lançada, como por exemplo a enceradeira e o cabide.

Na foto ao lado, eu e meu namorado estamos fazendo uma pose para os flash's. É o nosso "minuto de fama", rsrs… Na realidade, essa pose vem de um passo chamado cadeirinha, que também é considerado acrobático, pelo fato dos pés não estar tocando o chão. Confiram neste link aqui, o passo a passo para a execução da cadeirinha durante a dança.

 

As academias do Rio, levaram o samba de gafieira para São Paulo na década de 1990. Em São Paulo se dançava um samba de gafieira carioca da década de 40 que, porém, não evoluiu. O samba de São Paulo é diferente do samba do Rio, é o chamado pagode paulista, que é bonito de se ver, porém tem menos passos que o do Rio.

No Rio de Janeiro existem diferenças no samba dançado nas diversas academias. De modo geral é o mesmo samba, mas podemos dividi-lo em três estilos: samba rasgado (rápido); samba lento sem ginga e com técnica apurada; e samba com ginga sem técnica apurada.

Cada estilo tem seu propósito, por exemplo: o samba rápido é melhor dançado pelas academias de samba rápido. As academias de samba lento, sem ginga, porém com técnica apurada, é onde qualquer um consegue aprender a dançar, é também uma forma de apresentar o samba para o europeu de maneira que ele possa aprender. As de samba gingado, você tem que ter o samba no sangue, para que consiga aprender e fique bonito, o que não é para qualquer um.

Verdadeiramente, o samba é o ritmo em que eu e meu namorado temos maiores dificuldades. Apesar das nossas limitações, nos saímos melhor no samba lento e somos bastante persistentes no aprendizado desse ritmo desafiador. Sim, para nós esse é um ritmo desafiador, pois em busca dos movimentos que estão guardados na memória, nos aprisionamos no mecanismo dos passos e ficamos preocupados com a execução dos movimentos, daí a dança não flui naturalmente e sem que percebamos nosso semblante se fecha em estado de concentração.

No vídeo da nossa apresentação é possível notar isso, além de várias passagens sem sincronismo do grupo, todavia, eventos como esse, proporcionados pela Escola da Dança Rafael Thomé, ajudam a evoluir nossa dança e a lidar com as nossas emoções, pois não é fácil expor-se diante do público.

10421962_518442898292850_583573350318071925_n

O friozinho na barriga, o medo de errar, a tensão foram nossas fiéis companheiras, rsrs. Apesar de algumas falhas, nos sentimos agradecidos pela oportunidade de nos apresentar pela primeira vez em nossa vida e muito felizes ao observar os olhares atentos dos expectadores, principalmente das crianças.

10348999_794088947304160_3788304956360300447_n

A dança também trouxe à tona amizade da minha infância e juntamente com ela vieram as boas recordações da época (faz muiiiito tempo isso, rs…). A Claudia – veja foto abaixo – e eu, estudamos juntas a partir da 3ª série do primário até a 8ª série do ginásio. Após alguns anos, nossos caminhos se cruzaram novamente através da dança e nos tornamos parceiras no samba!

PhotoGrid_1418667198577

 

 

Da esquerda para a direita: Claudia (coleguinha de infância, rs…); Ingrid; Nádia; Paula; Aline.

 

 

 

 

 

Amigos, familiares e outros alunos da escola de dança, nos prestigiaram deixando a noite mais alegre ainda.

10404222_794091783970543_2033650816996123095_n

10509726_794089877304067_4948619495560764611_n

10881524_794088493970872_3188925074301390174_n

Foi exaustivo conciliar, família, trabalho, faculdade, namoro e ensaios para as apresentações, mas ao final de todo o sacrifício senti-me realizada por alcançar os objetivos propostos e tudo resumiu-se em duas palavras: EU CONSEGUI. Acredito que esse parágrafo, traduz o sentimento do restante do grupo também.

Continuarei nessa jornada, aprendendo e podando as arestas para que na próxima apresentação, que se dará a 1 ano, eu tenha crescido na dança e possa compartilhar com vocês minha evolução.

Parabéns à equipe pela perseverança!!!

10868296_794096433970078_8831571860766968127_n

Da esquerda para a direita: Claudia e Eduardo; Ingrid e Darci; Nádia e André; Paula e Jádson; Aline e Claudio.

Agora, fiquem com o vídeo… Até a próxima!

Samba de Gafieira com os alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Texto sobre a história do samba extraído do site Culturamix e Dança de Salão

 

L E I A   T A M B É M

Apresentação Bolero – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Apresentação Zouk – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Apresentação Forró – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Primeiros passos para dançar Tango

Aprenda a Lavar seus Pincéis de Maquiagem

Sugestão Maquiagem Leve para Reveillon

Resenha Pincéis Réplica da MAC

Batom Rosa Elegance n115 Koloss

Resenha Absolut Control LOreal

Anti Rugas Caseiro da jornalista Glória Maria

Apresentação de Zouk – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

 

Olá amigas leitoras do Blog Mania de Mulher!

Dando continuidade a saga das apresentações realizadas pelos alunos da Escola de Dança Rafael Thomé em dez/2014, eis aqui um ritmo que permite explorar ao máximo a sensualidade dos movimentos.

Zouk

Muitos o conhecem apenas como "Zouk", todavia, vou na contramão da maioria ao entender que – conforme o site Dança à Dois – o termo mais adequado seria "Lambada-Zouk". Vamos saber por que?

A origem da Lambada-Zouk

Acredita-se que o termo Lambada à Pinduca foi usado pelo Rei do Carimbó em uma música em 1976. No norte do Brasil, o termo Lambada é empregado para traduzir o açoite dado por um chicote no ar. Deu-se o nome de lambada à dança pela alusão do movimento da cintura ao movimento do chicote tangido no ar.

Quando nós do "dançaadois" usamos o título de Lambada-Zouk estamos fazendo uma opção, praticamente partidária, pois não há consenso de como rotular essa dança brasileira, mesmo entre os próprios brasileiros. Alguns ainda chamam de lambada, outros de lambada francesa, zouk, zouk brasileiro e outros, como nós, defendemos o uso de Lamba-Zouk. Segundo o coordenador do site, Roberto Mendoza, quem não usa o termo brasileiro Lambada está dando gratuitamente os créditos de uma dança brasileira para outros países. Será que os caribenhos nos deixariam chamar a Salsa de "Cebolinha Brasileira"?

Mas também não há como deixar de reconhecer que a dança Lambada deve muito à música caribenha Zouk (festa em Creole), que inspirou uma dança mais suave, cadenciada e muito mais sensual que a Lambada original, além de manter ativos os praticantes de Lambada, que se viram órfãos de música nacional para praticar, quando a música Lambada praticamente desapareceu no início dos anos 90.

A história nos mostrou que a dança foi muito mais forte do que a música. Enquanto a música durou em torno de uns três anos, a dança está aí até hoje, adaptando-se a novos parceiros musicais sempre que necessário. Assim, acertou em cheio o Tio Piu, ex-diretor artístico da Ilha dos Pescadores (RJ), que profetizou: "Enquanto o Lambadeiro viver, a Lambada jamais morrerá". E enquanto não houver novas gerações de lambada, os brasileiros vão continuar dançando uma dança nacional ao ritmo estrangeiro.

Texto extraído do site Dança à Dois.

IMG_95892967742305

 

 

IMG_95931084069410

IMG_95964348823625IMG_95900922712675

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

         Esse foi o nosso momento!!!

 

 

Nossos professores Carla e Bruno, sempre fazendo um bom trabalho com seus alunos, através de uma coreografia simples, porém bem ensaiada e envolvente. Foi a dança mais sincronizada dentre todas as demais apresentações. Nossos agradecimentos à eles.

Acompanhem nossa apresentação apresentação no vídeo abaixo.

Apresentação de Zouk – Alunos dos professores Bruno e Carla

Amigos, familiares e outros alunos também nos prestigiaram, portanto, não poderia deixá-los fora desse post, pois estamos de certa forma interligados pela dança.

1555329_794087640637624_2215629846244497039_n

10386825_794088380637550_267111034695105872_n

10881671_794091533970568_5664303089660112152_n

10885533_794090607303994_1216273105861737402_n

1743605_794087587304296_3080572749854342871_n

Os benefícios da dança são amplamente conhecidos, mas pouco se fala da dança como uma terapia para a alma. Com um pouco de observação podemos notar que os resultados vão muito além do bem-estar físico.

A socialização, o combate à depressão e à timidez, alegria, auto-estima elevada e disposição para encarar as dificuldades do dia-a-dia são apenas algumas das transformações que se nota em quem se arrisca a adentrar no mundo da dança. Ao dançar, a pessoa se desprende dos medos, preocupações, preconceitos e vê seu estilo de vida ser transformado pouco a pouco.

Mas do que técnica, é preciso sentimento, e isso o ser humano tem de sobra!

Aguardem o próximo post, pois tem samba no ar…

L E I A   T A M B É M

Apresentação de Bolero – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Apresentação de Samba – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Apresentação de Forró – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Resenha: Creme anti rugas com Retinol, DMAE e Ginseng

Minhas Aventuras na Cozinha: Sushi Fácil e Barato

Resenha: Batom Ruby Woo MAC

SOS – Tratamento dos Cabelos com Tânagra, Kerastase e Amend

Cachos Perfeitos: Curl Forms ou Baby Liss

Li e Indico: "A Guerra dos Tronos"

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Apresentação Bolero – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

 

Olá amigas leitoras do Blog Mania de Mulher!

Embora dançar pareça uma atividade simples, ela é bem complexa e exige certas habilidades como coordenação motora, concentração, memória, ritmo e noção espacial. As pessoas que dançam, possuem maior consciência corporal e criatividade.

bolero eu e jadsonO Bolero é um tipo de dança que me conquistou juntamente com o meu namorado quando iniciamos na dança de salão, devido ao romantismo e a atmosfera de conquista que essa dança inspira. Além disso os passos suaves e lentos facilitavam muito na condução da dama, uma vez que –  como aluno iniciante na dança –, meu namorado precisava de tempo para pensar nos comandos para a execução dos movimentos. Posso afirmar, por experiência própria, que esse ritmo favorece muito aos iniciantes na dança de salão.

Com o passar dos anos, permaneceu a nossa paixão pelo Bolero, o que nos levou – diante de uma excelente oportunidade – a participar de uma apresentação de alunos, organizada pela Escola de Dança Rafael Thomé, da qual há cinco meses temos orgulho de fazer parte.

 

 

O evento, que ocorreu neste mês de dezembro, contou com a apresentação de diversas danças como o forró, bolero, samba, tango, zouk e street dance. Hoje vou me conter apenas no bolero e nos próximos posts irei compartilhar com vocês as demais apresentações.

bolero 1

Nossos professores do bolero, Bruno e Carla, não medem esforços para compartilhar conosco seus conhecimentos e amor pela dança, se deslocando da cidade onde moram para contribuir na nossa aprendizagem e desenvolvimento.

10372152_794091433970578_3502488931691463549_n

No decorrer dos ensaios foram muito dedicados, pacientes e perseverantes conosco e com as dificuldades que alguns de nós tivemos no decorrer do caminho. Na foto acima é possível vê-los nos observando, a Carla vestida da amarelo e o Bruno ao lado dela, agachado ao chão. À eles, nossa sincera gratidão.

bolero 2

 

10372158_794092047303850_364439117262786518_n

As apresentações se realizaram no salão Coronel Barbosa, e contou com a presença de cerca de duzentas pessoas. Os alunos que se apresentaram foram Paula (eu rsrs) e Jádson, Joice e  André, Andreia e Paulo, Josélia e Renan, Iraneide e Márcio.

Acompanhem no vídeo abaixo como foi a nossa apresentação!

Coreografia de Bolero

 

Para saber um pouco sobre a história do Bolero acompanhem o texto abaixo.

O primeiro registro da palavra Bolero que se tem conhecimento, data do século X, de uma dança de origem árabe, o Bolero de Algodre, que era dançado em grupos de três passos – um rapaz e duas moças. Embora não pareça o Bolero ter aí sua raiz, devido ao fato dos mouros terem ocupado a Espanha por muitos séculos, não é de se estranhar que o espanhol tenha absorvido essa palavra, que para muitos vêm de boleras (bolas) que ornamentavam os vestidos das ciganas. Enquanto para outros, vem de volero (volar, voar) pois estas dançarinas pareciam estar voando ao fazerem seus rodopios e movimentos nos vestidos. De qualquer forma, estas versões nos dão uma certeza, que a origem está na Espanha, e não na França ou Inglaterra, onde andou como o nome de danza e contradanza, como sugerem alguns.

A formatação musical do bolero, como conhecemos hoje, desenvolveu-se principalmente em Cuba, mas também com grande vigor em Porto Rico, República Dominicana e México, seu principal difusor. A dança Bolero praticada atualmente no Brasil tem suas origens no Rio de Janeiro, sob grande influência do Tango. Já em outros países latinos, está mais próxima de uma Rumba mais lenta, sem muitas variações de figuras, pois é tida como dança para romance.

A história do bolero como dança pode ser destacada em três momentos, antes de ser "cubanizada" em meados do século XIX, pós Cuba e a criação do estilo carioca de se dançar Bolero.

Inicialmente era executado com acompanhamento de castanholas, violão e pandeiro, tal qual o fandango (dança espanhola de origem árabe), enquanto o casal, sem se tocar, realizavam sensuais movimentos de aproximação e afastamento.

Em 1780 o bailarino espanhol Sebastian Cerezo criou com muito sucesso uma variação baseada nas Seguidillas, bailados de ciganas andaluzes, cujos vestidos eram ornamentados com pequenas bolas (as boleras), o que veio reforçar a versão da origem do nome Bolero.

Traduzido pelos espanhóis para suas colônias na América, ele foi se modificando pelas influências locais e recebendo contribuições, em especial de ritmos vindos da África, assim como a contradanza francesa, que levou aos dançarinos cubanos a novidade do casal dançar entrelaçado, o que gerou grande rebuliço na burguesia e aristocracia cubana, fazendo com que os pais orientassem suas filhas a dançarem com os quadris afastados, somente a parte de cima teria contato, característica que hoje não se vê mais no Bolero cubano, dançado com movimentos semelhantes aos da Rumba, porém, mais lentos e com poucas variações, mas que ainda permanece em muitos dançarinos de son e salsa.

Curiosamente, só no Brasil, em especial no Rio de Janeiro, essa dança adquire uma estrutura mais complexa incorporando movimentos do tango, como trocadilhos, esses, caminhadas, cruzados e giros. Nos demais estados, até o início da década de 90, restringia-se praticamente a base do "dois pra lá e dois pra cá" ou mesmo ao "um pra lá e um pra cá" dos dançarinos mais antigos.

Mesmo com toda essa trajetória de transformações sempre foi mantido seu caráter de dança de galanteio, suave, terna e romântica, com movimentos caracterizando uma eterna busca da conquista da mulher amada, que por sua vez seduz o parceiro, num jogo que pode durar 3 minutos ou mesmo uma vida inteira.

Nos dias atuais, o Bolero ainda é visto como um estilo de dança um pouco careta entre muitos que não têm a noção do que é a dança.

Fonte: Dança a dois e BH dança de salão

LEIA TAMBÉM

Apresentação de Samba – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Apresentação de Forró – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Apresentação de Zouk – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Primeiros Passos para Dançar Tango

Creme anti rugas caseiro, receita do Dr. Ivo Pitanguy

Li e Indico: A Fúria dos Reis

Resenha Absolut Control L'Oréal

Aprenda a fazer flor de jujuba para decorar festas

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Anti rugas caseiro Dr Ivo Pitanguy

 

Olá amigas leitoras do Blog Mania de Mulher!

Há cerca de seis meses conheci uma receitinha bem simples de um creme caseiro, indicado para hidratar e prevenir rugas, usado pela jornalista Glória Maria.

gloria-maria1Sabemos que a Glória Maria é uma mulher que tem mais de 60 anos e mesmo assim possui uma pele linda e tonificada. Com certeza tem muita plástica por ali, mas acredito que os produtos de beleza que ela utiliza, ajudam muito na manutenção de uma pele bonita.

 

Em uma entrevista à emissora GNT, a diva Glória Maria, ensinou a receitinha que o seu cirurgião plástico, Dr. Ivo Pitanguy indicou:

Pomada Hipoglós

Pomada Bepantol

5 gotinhas de vitamina A

5 gotinhas de vitamina E

Deve-se misturar uma porção suficiente para aplicar no rosto, pescoço, colo e dorso das mãos. Essa mistura deverá ser utilizada imediatamente.

Lembrando que nem toda pele responde bem à esse creme anti rugas, em algumas pessoas poderá ocasionar espinhas, portanto, só experimentando para saber se a sua pele irá ou não aceitar o creme.

Já estou utilizando essa mistura a vários meses e gosto muito do resultado, minha pele fica macia, hidrata e um pouco mais clara. Após a aplicação, algumas meninas retiram o excesso do produto com um papel absorvente, mas no meu caso isso não se faz necessário, pois minha pele absorve muito bem o produto. Não tive o inconveniente das espinhas, mesmo possuindo a pele naturalmente oleosa.

Na maioria das vezes, utilizo o creme durante a noite e com a pele limpinha, pois é nesse horário que os nutrientes são melhor absorvidos, em outras vezes aplico o produto pela manhã, ao acordar.

Utilizo o hipoglós com óleo de amêndoas pois possui um cheiro mais agradável do que o tradicional, e as vezes faço variações da receita, substituindo a vitamina A e E por um composto, que eu mesma preparo, de manteigas e óleos vegetais ricos em substâncias benéficas para a pele.

São inúmeras as combinações possíveis, segue abaixo, os produtos que eu utilizo para a receita original: pomada hipoglós com óleo de amêndoas, pomada bepantriz, vitamina A e vitamina E.

creme ivo pitanguy

 

Outra combinação possível é derreter no micro-ondas a manteiga de manga e manteiga de karité e adicionar algumas gotas à mistura das duas pomadas, as vezes coloco também um pouco da vitamina E.

DSC06143

Também gosto de combinar com óleo de tomate, rico em antioxidantes como licopeno e beta-caroteno, evita manchas, rugas e flacidez.

DSC06145

A combinação com óleo de coco é muito boa também, uma vez que o óleo de coco possui propriedade emoliente, hidrante e antifúngica contribuindo para a melhora na aparência das espinhas, também combate o envelhecimento pois possui substâncias antioxidantes.

anti rugas ivo pitanguy

Ultimamente, tenho adicionado às duas pomadas um mix composto de manteigas, óleos vegetais e outros aditivos, desta forma eu potencializo a receitinha do Dr. Ivo Pitanguy e faço uso de forma rápida e prática dos diversos benefícios dos óleos e manteigas vegetais.

A minha receitinha é a seguinte: óleo de amêndoas, óleo de coco, óleo de andiroba, manteiga de karité, manteiga de manga, manteiga de cacau, azeite de oliva, vitamina A, vitamina E, d-pantenol quaternizado e óleo essencial de melaleuca.

Como eu faço?

Primeiramente eu derreto as manteigas, em seguida adiciono todos os demais ingredientes que são líquidos e armazeno em um frasco bem higienizado. Faço tudo no "olhômetro".

Como eu utilizo?

Todas as vezes que vou utilizar, coloco um pouquinho de cada uma das pomadas (hipoglós e bepantriz) no dorso da mão e acrescento algumas gotas dessa mistura à base de óleos e manteigas. Com a ponta do dedo indicador vou homogeneizando tudo e aplico no local desejado.

Fica a dica aqui de um creme anti rugas caseiro que me conquistou. Você pode utilizar a sua criatividade, assim como eu fiz, e incrementá-lo de acordo com as suas necessidades.

Um grande abraço e até a próxima…

L E I A  T A M B É M

Sabonete Artesanal de Abóbora

Anti rugas com DMAE e Ácido Alfa Lipóico

Creme anti rugas com Veneno de Abelhas – Minha Opinião

Resenha Cicatricure Creme Anti Rugas

Sushi Fácil e Barato (Minhas Aventuras na Cozinha)

Resenha BB Cream L'Óreal

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Sabonete Artesanal de Abóbora

 

Olá queridas leitoras do Blog Mania de Mulher!

O clima frio característico do inverno desfavorece a hidratação da pele, tornando-a extremamente seca. Em alguns dias podemos observar algumas regiões do corpo esbranquiçada, repuxada e acompanhada de coceira.

DSC_0631

Pensando em cuidar da saúde da pele da forma mais natural possível, me aventurei na confecção do meu primeiro sabonete artesanal. Ele pode ser usado em todo o corpo, mas eu gosto de utiliza-lo principalmente no rosto, devido ao seu poder hidratante.

Os ingredientes são: Azeite de Oliva Extra Virgem; leite; água; suco de abóbora; hidróxido de sódio; essência artificial de pitanga; óleo essencial de melaleuca e corantes artificiais.

Azeite de Oliva

Devido aos seus ácidos graxos naturais e às vitaminas E e K, o azeite de oliva é uma excelente alternativa para lutar contra o envelhecimento prematuro da pele, permitindo que a mesma mantenha sua elasticidade natural e sua aparência suave a viçosa. Sua grande quantidade de antioxidantes torna o azeite de oliva um dos ingredientes naturais mais benéficos ao nível cosmético. Hidrata, combate o ressecamento e repara os tecidos danificados da pele.

Leite

Nos cosméticos, o principal uso do leite ocorre por causa da ação do ácido lático (propriedade hidratante e rejuvenescedora), possui aminoácidos, vitaminas e ácidos graxos que combatem os radicais livres. Apesar dos benefícios, pessoas com pele oleosa devem evitar.

Abóbora

Possui carotenóides antioxidantes que neutralizam os radicais livres, combatendo as rugas e deixando a pele mais viçosa.

Óleo Essencial de Melaleuca (Tea Tree)

Possui ação secativa sobre a pele, sobretudo quando se relaciona à espinhas, é um ótimo e natural antibacteriano e antifúngico. Pode ser utilizado em massagens e banhos aromáticos. É um dos extratos medicinais mais versátil e famoso por sua extrema e eficiente capacidade de combater a formação da acne no rosto, controlar a oleosidade das peles oleosas e ainda promover uma hidratação mais profunda. Seu uso foi muito difundido no decorrer da Segunda Guerra Mundial, quando os soldados australianos usavam o óleo de melaleuca como desinfetante.

 

DSC_0628É um sabonete gordo, ou seja, possui grande quantidade de óleo, que o torna macio, extremante hidratante e com pouco poder de espuma.

Sua base é feita com óleo vegetal (azeite), diferentemente de grande parte dos sabões que são produzidos a partir do sebo de origem animal. A glicerina, subproduto do processo de saponificação, fica presente na fórmula melhorando seu poder hidratante.

Rotulei-o como "Sabonete Facial Hidratante", que pode ser utilizado como parte dos cuidados para pele, para prevenir os sinais de envelhecimento cutâneo. Após lavar o rosto, eu indico a utilização de um creme anti-rugas. Vejam, alguns cremes que eu utilizo, abaixo:

 

 

Creme anti rugas com DMAE, Ácido Alfa lipóico

Creme anti rugas com DMAE, Retinol e Ginseng

Creme com Veneno de Abelhas Essence

Resenha Cicatricure Creme Anti-rugas 

Os sabonetes tem validade de 06 meses e são sensíveis ao calor. Portanto, devem ser conservados em ambiente fresco e ventilado. Por ser um produto artesanal, podem apresentar variações na tonalidade, o que não interfere na sua qualidade. Os sabonetes não devem ser levados à geladeira.

Se você gostou, não esqueça de clicar em "seguir" e em "curtir". Um grande abraço e até a próxima!

LEIA TAMBÉM

B.B Cream L'Oréal – O Creme Milagroso

Sushi Fácil e Barato

Maquiagem Mulher Gato

Bantons MAC – Ruby Woo e Kinda Sexy

Resenha Joico K-Pak Revitaluxe Bio Advanced

Pinceis Macrilan para Olhos e Face

sábado, 26 de julho de 2014

Sushi Fácil e Barato

 

Olá amigas do Blog Mania de Mulher!

Hoje venho compartilhar com vocês mais uma Aventura na Cozinha. Desta vez, a culinária oriental vem com toda a sua beleza para saciar o olhar e a fome também!

Sushi Fácil

Confesso que o preparo do sushi é algo que toma muito tempo, principalmente, no caso de pessoas com pouca prática quando o assunto é enrolar e cortar os danados dos rolinhos!

rolinhos de suhi

Para preparar o prato, utilizei o arroz apropriado (japonês). Quando o arroz ficou pronto, interrompi o processo do cozimento em uma travessa de vidro "cortando" o arroz e regando-o com o tempero, cujo preparo foi feito utilizando o vinagre de arroz, açúcar e sal. Esperei esfriar.

Enquanto o arroz esfriava, fui preparando o recheio (super simples e barato)! Em um recipiente misturei duas latas de atum em pedaços (sem o óleo), um  pouco de salsa picadinha e um pouquinho de requeijão de boa qualidade (não precisa colocar sal).

Para enrolar o sushi, utilizei algas nori cortadas ao meio para que os rolinhos ficassem pequenos e enrolados de forma bem firme. Quando utilizamos a folha inteira, os rolinhos ficam com um diâmetro maior.

Para cortar o sushi, precisamos de uma faca afiada que deverá estar sempre limpa e úmida entre os cortes. Para enrola-los precisamos de uma esteira de bambu própria para esse fim. Os produtos para o preparo de pratos orientais são encontrados em casas especializadas.

Para finalizar o prato, decorei com requeijão, salsa e gergelim tostado. Optei pelo requeijão e pelo atum enlatado porque não são caros, mas você poderá substituir pelo cream cheese e salmão fresco, respectivamente.

DSC_0731

Depois do trabalho, a recompensa de vislumbrar um lindo prato diante dos nossos olhos e apreciar o agradável sabor fazem tudo valer a pena.

Um grande abraço e até a próxima!

LEIA TAMBÉM

Charuto de Couve

Omelete Especial

Panqueca Integral Fácil

Cupcake de Beijinho

Resenha Cicatricure Creme Antirugas

Li e Indico: A Fúria dos Reis"