quarta-feira, 13 de abril de 2016

Copo Menstrual Me Luna: Eu uso e adoro.

Olá Leitoras do Blog Mania de Mulher!

A modernidade nos garante avanços incríveis capazes de mudar a nossa vida. A área de produtos voltados para a higiene íntima feminina foi muito beneficiada, prova disso é a evolução no formato dos absorventes ao longo dos anos, que culminou no famoso copo menstrual!


Copo Menstrual Meluna Classic c/ haste argola

Para nós, brasileiras, esse território está sendo explorado com maior ênfase só agora, mas o copo menstrual não é tão novo assim. Na Europa ele existe há cerca de 30 anos e nos Estados Unidos seu uso é muito difundido.
No mercado são inúmeras as marcas que concorrem entre si. O coletor menstrual nacional é o Inciclo, produzido em silicone medicinal. Já as marcas importadas mais conhecidas são: Lunette, Diva Cup, Me Luna, Fleurcup e Holy Cup (o Holy cup, na verdade é o Me Luna na embalagem de outra marca).
Escolhi o Me Luna após muitas pesquisas pela internet. O custo-benefício (R$ 80,00) e qualidade associada à segurança da marca foram relevantes no processo da escolha.
Me Luna é produzido em elastômero termoplastico (TPE) por uma empresa alemã,  possui segurança medicinal, não causa alergias, irritações, nem intoxicações. É feito de material totalmente seguro.

Segurança e Qualidade

Como é um produto importado, estava em falta em todos os sites nos quais pesquisei. Ao repor o estoque, a loja virtual contava só com tamanho G, na ansiedade acabei comprando esse tamanho mesmo, mas é um pouco grande para mim. No decorrer do post vou lhes contando minha experiência com o produto.
Como recebi o produto

O produto acompanha uma sacolinha para armazenar o copo menstrual + manual de instruções. Achei muito legal o folheto personalizado (com meu nome impresso) que recebi da vendedora no qual ela se coloca completamente a disposição para sanar possíveis dúvidas. Vejam:



Os copos menstruais possuem aquela "pegada" ecológica, pois são laváveis e reutilizáveis, podendo durar de 3 à 5 anos, em alguns casos mais do que isso. Tudo vai depender do seu cuidado com o produto, higienizando-o, lavando-o e guardando-o conforme instruções do fabricante.


O grande dilema dos coletores menstruais está na momento da lavagem. Para mulheres que passam muitas horas longe de casa, possuem fluxo considerável e precisam realizar a limpeza em banheiro público, é um grande desafio.
Mas existe uma solução pra quase tudo na vida. Muitas usuárias de coletores menstruais que fazem a sua higienização fora de casa, contam que levam garrafinha de água ao banheiro ou lenços úmidos para fazer a limpeza.
Uma única vez precisei efetuar a lavagem do meu copo em banheiro público sem nenhum tipo de problema, mas nada se compara ao banheiro da nossa casa, como meu fluxo é leve (pois uso anticoncepcional), consigo realizar as higienizações em casa. É recomendado retirar o copo para esvaziá-lo, lava-lo e reinseri-lo com no mínimo 8 e no máximo 12 horas de uso. Porque tenho o fluxo leve, faço a limpeza a cada 10 ou 12 horas. Mesmo no segundo dia do ciclo, onde o fluxo é mais intenso não consigo encher o copinho.
Para as iniciantes é recomendável realizar a limpeza com menos tempo de uso. A finalidade é descobrir qual é o seu volume de sangue para ir adequando o tempo de troca conforme a sua necessidade.
Exemplo: na primeira vez que usei, fiz a limpeza após 6 horas e não tinha enchido nem um quarto do volume do copinho, consequentemente eu poderia ficar mais tempo com ele. No dia que meu fluxo foi mais intenso, quase consegui encher metade do copinho em 12 horas de uso (tempo máximo que podemos ficar com o copo, após isso temos que fazer a higienização do mesmo).
Vejam como o copo menstrual é prático! É muito bom não precisar lidar com sangue toda vez que vamos ao banheiro, foram 12 horas sem preocupações com vazamentos, sem trocas constantes, sem xixi vermelho, sem odores, sem abafamentos, sem assaduras, sem risco de síndrome do choque tóxico. 


Ahh,  é muito importante lembrar que não existem casos de síndrome do choque tóxico pelo uso dos copos menstruais porque eles são muito higiênicos.


Os copos menstruais possuem furinhos próximo a borda para que quando introduzidos dentro do nosso organismo criem vácuo formando um selo que impede o vazamento.
Quando inserimos, devemos dobrar o copo para diminuir sua área e facilitar a entrada, existem vários tipos de dobras que você poderá aprender por meio de vídeos no youtube. A dobra que eu uso é conhecida como dobra diamante. Vejam na foto abaixo:


Depois de inserido o copinho tende a querer voltar para seu formato original, então dentro do canal ele se abre criando vácuo e se fixando muito bem. Em meu caso o copo nunca abre sozinho, sendo que sempre recorro ao "macete" de girar o copo no sentido horário ou anti-horário. Essa manobra ajuda o copo a se abrir dentro do canal. No começo nada é fácil, não entra com facilidade, o copo não abre com facilidade, não gira com facilidade... a fase de adaptação sempre existirá porque é algo muito diferente do que estamos acostumadas. Mas tudo é questão de costume mesmo, hoje eu o posiciono com mais habilidade do que outrora.



 A grande vantagem do Me Luna frente aos concorrentes, além da qualidade é a diversidade de textura, cores, tamanhos e tipos de puxadores.
Quanto à maleabilidade existem 3 tipos: soft, classic e sport. O Me Luna soft foi criado para mulheres com a bexiga e uretra sensível e canal vaginal mais relaxado (ele é bem macio, molinho). Contudo quanto mais molinho for o coletor, mais difícil de abri-lo dentro do canal.
O Me Luna Sport foi desenvolvido para mulheres que praticam atividade física, principalmente aquelas que fortalecem a região pélvica como dança do ventre, pilates etc... Sua textura é mais rígida, é o coletor que abre mais facilmente dentro do canal. Seu vácuo é muito mais forte, reduzindo o risco de perda de vácuo e vazamentos naquele momento em que você está fazendo uma forcinha extra na academia, kkkk.
Comprei o Me Luna Classic, cuja maleabilidade não é tão rígida nem tão mole, ele é o meio termo entre soft e sport. É o indicado para a maioria das mulheres
Quando à largura do diâmetro, o Me Luna oferece os tamanhos P, M, G e GG. A marca nacional Inciclo oferece somente tamanho A e B (A= pequeno; B= grande).
Ouvindo relatos pela internet de mulheres que já usaram as duas marcas, segundo elas, o tamanho G do Me Luna corresponde ao tamanho pequeno do Inciclo. Particularmente eu achei o G do Me Luna grande, imagino então como deve ser enorme o B (grande) do Inciclo!!!!
A marca Me Luna também se preocupa com o comprimento do copinho (small ou short).  O short foi desenvolvido para mulheres com cólo do útero baixo, desde modo sua capacidade de armazenamento é menor porque o coletor short é curtinho.
Também existem diversos tipos de puxadores (com haste, com bolinha, com argola), o meu Me Luna possui argola. Existem mulheres que cortam o puxador pois acham que incomodam. O fabricante também faz coletores sem puxadores, assim quem acredita que o puxador vai incomodar pode comprar os que já vem de fábrica sem puxador.
Também há opções de cores (azul, roxo, vermelho, incolor, rosa etc...) em fim antes de comprar devemos analisar todas essas variáveis, portanto, não é fácil escolher.


Eu por exemplo, acho que não escolhi a melhor opção, segundo o teste que realizei no site europeu do Me Luna o tamanho mais indicado pra mim seria o M ou G. Eu comprei o G. Dá para usar normalmente, mas na hora de retirar sinto um certo desconforto causado pelo diâmetro do copo, uma vez que o copinho entra dobrado, mas sai aberto...


Para retirar é necessário romper o vácuo antes de puxá-lo, caso contrário a dor é certa. É muito legal, dá até pra ouvir um barulhinho (ssss) quando perde o vácuo! Depois de retirar basta esvazia-lo no sanitário, lavá-lo com água corrente e detergente neutro (eu uso muitas vezes sabonete líquido íntimo), inserí-lo novamente e festejar... sim, festejar! Quando você conseguir fazer tudo isso com tranquilidade você vai querer festejar! É uma sensação muito boa de satisfação quando logramos êxito no seu uso!
Garanto que os benefícios compensam todo o contratempo que temos até aprender a usar o copo!
Para as mulheres que sofrem durante o período menstrual, com assaduras, com as limitação dos absorventes normais eis aqui a solução. Eu uso e amo... com o tempo a utilização passa a ser a coisa mais simples do mundo, eu me adaptei muito bem ao produto, aprovo e indico! Próxima aquisição será um copinho mais rígido (sport) porque confere mais segurança na academia, no tamanho M porque meu fluxo não é pesado!
É notável a preocupação da marca Me Luna em oferecer essa variedade de opções que as outras marcas não oferecem, em função de diversidade no perfil e no corpo de cada mulher.

Comente o post, participe, conte sua experiência (caso use também) a final mulheres unidas ficam bem informadas!!!!


Futuramente farei mais posts sobre esse tema, porque "desse mato sai coelho" kkkkk.

Grande Abraço.

L E I A   T A M B É M:

Como fazer Pães Argentinos

Como fazer jhou, temaki e sushi

Resenha Absolut Control L'Óreal

Resenha TIGI Bed Head Color Goddess

Resenha Batom MAC Ruby Woo

Eu fiz Sabonete Artesanal de Abóbora

Eu uso anti-rugas caseiro do Dr. Ivo Pitangui




sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Medialunas de Manteiga e Facturas Argentinas

Olá Leitores do Blog Mania de Mulher!
 

O ponto fraco de inúmeras pessoas (inclusive o meu) é o açúcar! Os doces nos proporcionam um bem estar incrível e as vezes não há nada de mal em nos render à essas gostosuras. Por isso, hoje trago Medialunas Dulces e Facturas Argentinas, minha primeira experiência com massa folhada e, na verdade, confesso que eu nunca fiz pão ou massa para pizza ou qualquer outro tipo de massa.
Sei exatamente o que você deve estar pensando agora... "Que loucura! Ela nunca fez nenhum tipo de massa e se aventurou em tentar fazer massa folhada?".
Sim. É por essa razão que dei à TAG o nome "Minhas Aventuras na Cozinha", pois essa foi uma verdadeira aventura!
A massa folhada, em espanhol "masa hojaldrada" recebe um empaste de manteiga, que deverá permanecer dentro da massa quando ela for dobrada e esticada. Vejam na foto abaixo...



Minha primeira tentativa foi desanimadora, pois a massa furou e a manteiga saída pelo orifício e causava maior "lambança", rsrsrs. Foi um desastre! Dois dias depois refiz a receita, porém com algumas modificações na tentativa de facilitar minha vida e novamente a massa furou, mas com paciência e jeitinho consegui consertar o erro.
Para fazer massa folhada, temos que dar dobras na massa. Segundo a receita seriam 3 dobras simples, mas como minha massa furou e vazava manteiga precisei dar muito mais que 3 dobras e fui salpicando um pouco de trigo para absorver a manteiga. Por incrível que pareça deu certo essa tática e não afetou o sabor.



Observei que o tipo da farinha de trigo pode influenciar na massa. A farinha de trigo usada na receita é Tipo 0000 e nos supermercados só encontrei farinha de trigo Tipo 1. A farinha de trigo tipo 0000 passa por um refinamento maior, deste modo ela possui uma quantidade bem menor de glúten em relação à farinha Tipo 1. O glúten nessa receita não é muito bem vindo porque ele faz a massa encolher. Percebi que depois das dobras, quando eu ia esticar a massa, ela não se esticava com a mesma facilidade da massa feita com farinha tipo 0000. Então eu empregava um pouco mais de força, daí a massa furava e a manteiga saía!
Em fim, "aos trancos e barrancos" o resultado final foi esse...


A receita rendeu 14 medialunas e 6 facturas. Cozinhei na panela de pressão uma lata de leite condensado, assim quem fosse degustar recheava, ou não, a medialuna de acordo com seu gosto! As facturas foram recheadas com um creme de ricota adoçado e raspas de limão siciliano (ficaram maravilhosas!).
Como sou iniciante, grande parte das medialunas ficaram num formato feio, acho que dei pouco espaço entre elas na forma e quando cresceram, por estarem muito juntinhas, acabaram perdendo o formato que deveriam ter. Quando você for fazer também, fique atenta ao espaço entre elas! Vejam as medialunas na forma...
 


O brilho sobre as medialunas dá-se por causa de uma calda feita com água e açúcar que pincelei sobre elas assim que saíram do forno, quando ainda estavam quentes. Os argentinos dão à essa calda o nome de almíbar.
Na argentina, as medialunas são servidas geralmente no café da manhã, existem as doces e as salgadas. Entre os turistas brasileiros elas fazem muito sucesso. Mediluna é uma herança dos franceses, quem nunca provou um croissant?
A receita que irei compartilhar com vocês resulta em uma massa folhada diferente, porque ao partir conseguimos ver as camadas de massa, mas não ficam crocantes e sim macias, fofinhas e úmidas! 
Nunca havia provado em minha vida uma massa tão gostosa como essa!
Vou incorporar aqui no Blog Mania de Mulher o vídeo, que está dividido em três partes, ensinando o passo-a-passo para fazer medialunas e facturas. Foi neste vídeo que me baseei para fazer a receita.
Como disse anteriormente, fiz pequenas modificações na receita. Listo os ingrediente abaixo já com essas modificações:

Ingredientes para a Massa:
500 gr. de farinha de trigo (usei tipo1)
150 mL de leite morno
2 ovos grandes (cerca de 130 gr.)
1 colher de café de essência de baunilha
50 gr. de manteiga
10 gr. de sal
65 gr. de açúcar
20 gr. de fermento biológico fresco (verão). Usar 30 gr. se for inverno.
150 gr. de manteiga para o empaste


Ingredientes para o Recheio:
Creme de Ricota fresco
Raspas da casca de limão siciliano ou de laranja
Açúcar refinado à gosto para adoçar o creme de ricota.


Ingredientes complementares:
Gema de ovo mesclada com leite para pincelar as medialunas e facturas para que elas fiquem coradas.
Açúcar cristal para decorar as facturas.

Ingredientes para Almíbar
1 xícara de açúcar cristal
1 xícara de água
Misturar tudo até dissolver o açúcar e deixar no fogo até formar uma calda levemente espessa.

CONFIRAM O PASSO-A-PASSO


Medialunas de Manteca y Facturas Parte 1
Medialunas de Manteca y Facturas Parte 2
Medialunas de Manteca y Facturas Parte 3

Minhas adaptações da receita: Note que na receita original a quantidade de manteiga é maior. Em minhas adaptações utilizo um total de 200 gr. de manteiga, sendo que 50 gr. eu adiciono à massa e 150 gr. para o empaste. Outra alteração que fiz é em relação ao tempo de espera de 24 horas depois que a massa fica pronta. Eu não respeitei esse tempo, ao terminar a massa já fui cortando-a no formato adequado  para fazer as medialunas e as facturas. Na receita original as facturas recheadas com o creme de ricota não recebem almíbar, porém, nas quais fiz pincelei almíbar e salpiquei um pouquinho de açúcar cristal para decorá-las.




Se você gostou do post, não esqueça de curtir e compartilhar com seus amigos no facebook!
Um grande abraço e até a próxima...

L E I A   T A M B É  M :




 

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Preparando Jhou, Temaki e Sushi Fácil

Olá leitoras do Blog Mania de Mulher!

Não sou expert na arte da culinária japonesa, mas aprendi o básico para me aventurar na cozinha quando bate aquela vontade de fazer algo diferente. Hoje irei compartilhar com vocês um pouco do meu aprendizado que adquiri por meio de vídeos na internet e através de dicas muito úteis de uma prima que ama comida japonesa.
Certa vez essa minha prima, cujo nome é Karina, preparou Jhous deliciosos o que me motivou a tentar fazer em casa também (todos os créditos à ela! rsrsrs). Até então eu só havia feito sushis, temakis e hot roll’s,  então agarrei-me à ideia e resolvi preparar essas preciosidades ao paladar e eis aqui o resultado:

  
A primeira coisa mais importante para se preparar pratos crus é a qualidade e frescor do peixe, de outro modo o sabor não será agradável e sua experiência pode ser frustrante. Portanto, não economize na hora de comprar o peixe. Na foto 1, temos um filé fresco de salmão que comprei sem pele, praticamente pronto para ser usado. Esse pedaço, pesou 500 gramas.

Foto 1: Filé de Salmão Fresco
Um pequeno detalhe deve ser observado, ao virar o filé do peixe  seu outro lado apresenta uma região com uma carne um pouco mais escura, meio amarronzada. Essa carne deve ser retirada do filé, para que o mesmo tenha um sabor agradável. A foto 2 mostra essa região através de uma seta amarela.

Foto 2: Área a ser removida

 Com uma faca inclinada, remover a carne indicada, conforme ilustram as fotos 3 e 4

Foto 3: Cortando área indicada


 
Foto 4: Área indicada removida



Em seguida, conforme mostra a foto 5, dividi o filé em duas partes, a parte mais mais alta para fazer  Jhou Geléia e a outra para sashimis, alguns retalhos de cortes errados eu usei para rechear os sushis.

Foto 5: Filé dividido

Decidi preparar o Jhou Geléia porque nos restaurantes onde eu vou, esses enroladinhos agridoces sempre me encantam. Mas também existem os Jhou’s preparados com um “batidinho” de salmão e cebolinha sobre eles. Nos quais preparei coloquei cream cheese e geléia agridoce de pimenta (deu água na boca só de lembrar…). Achei muito mais prático preparar Jhou do que sushi.
Quando o arroz ficou pronto e já estava frio, parti para a montagem do Jhou que se deu da seguinte forma: moldei o arroz com as mãos como mostra a foto 6, cortei o peixe em fatias como se fosse sashimi, se as fatias forem grossas não será possível envolver o arroz e se as fatias forem finas demais na hora de enrolar o arroz a carne “rasga”. Encontre um meio termo, como essa foi a primeira vez que eu fiz, acabei “perdendo” algumas fatias que cortei errado, mas aproveitei elas para fazer os sushis depois.

Foto 6: Enrolando os Jhou's
 
Fazer e fotografar ao mesmo tempo é uma tarefa difícil, mas acredito que as fotos ilustram bem as etapas. Depois de enrolados, eles ficaram conforme mostra a foto 7.
 
Foto 7: Preparo do Jhou Geléia
  
Depois coloquei sobre o Jhou cream cheese e geléia de pimenta e confiram na foto 8 como ficou lindo! Ahh, o sabor ficou magnífico e rendeu 19 Jhou’s!


Foto 8: Jhou Geléia


 Preparei 3 rolos de sushis, sendo um deles recheado com salmão e cream cheese e os outros dois coloquei só salmão. Utilizei a folha da alga nori cortada ao meio para deixá-los delicados. Vejam a foto 9…

Foto 9: Preparando Sushi

A apresentação final do prato ficou assim...

Foto 10: Apresentação Final
 Ah, não posso me esquecer de mostrar os temakis! Para prepará-los temperei 2 filés de tilápia frescos e grelhei com um pouco de manteiga e azeite. Em seguida desfiei grosseiramente e acrescentei salsinha e cebolinha, esse preparo servirá de recheio para o temaki. Vejam a foto 11.

Foto 11: Recheio de Tilápia para Temaki

 Para montar o temaki, usei meia folha de alga, arroz, cream cheese e a tilápia desfiada grosseiramente. Conforme mostra a foto 12
 
Foto 12: Montando o Temaki

 Para degustar, o molho tarê sobre o temaki dá um toque especial. Vejam o resultado…

Foto 13: Temaki recheado de cream cheese e filé de tilápia grelhado



Nesse espaço, deixo para vocês o vídeo que me ajudou a aprender a preparar o jhou geleia:



E abaixo, o vídeo que ensina a enrolar o temaki:



Espero que vocês tenham gostado!!! Se gostaram curtam a página no facebook, comentem e compartilhem com seus amigos! Um grande abraço!

L E I A  T A M B É M :





sábado, 7 de março de 2015

Bolo Light de Banana Sem Farinha de Trigo

 

Olá leitoras(es) do Blog Mania de Mulher!

Nos dias atuais fala-se muito em Estilo de Vida Saudável, mas são poucas pessoas que conseguem incluir em sua rotina boas práticas que favoreçam sua saúde e bem estar. As pressões impostas pelo dia a dia somadas ao tempo escasso contribui muito para a escolha errada de comidas rápidas, que em grande parte carregam consigo poucos ou quase nenhum nutriente e muitas calorias.

Mas esse cenário alimentar pessimista pode estar longe da nossa rotina. Existem muitas receitas rápidas e práticas que podem nos salvar de uma refeição desequilibrada. Em minha busca por uma alimentação regrada, descobri essa receita muito saborosa que hoje venho compartilhar com vocês.

bolo ligth sem farinha de trigo

 

Quem disse que não podemos comer bolo sem doer a consciência? Esse bolo vai na contramão dos bolos tradicionais carregados de açúcares e calorias.  Acredito ser esse bolo ideal para matar o desejo por doces e ao mesmo tempo nutrir o organismo.

Agora chega de blá, blá, blá e vamos ao que interessa! 

Ingredientes

3 ovos inteiros

1/3 xícara (chá) de azeita de oliva extra virgem

1/2 xícara (chá) uva passa ou ameixa seca sem caroço

4 bananas nanicas bem maduras

1 e 1/2 xícara (chá) de farelo de aveia (Oat Bran)

1/2 xícara (chá) quinoa

2 colheres (sopa) de fermento em pó

*Se preferir um bolo um pouco mais doce, coloque 1 colher (chá) de açúcar demerara, mas não é necessário (opcional).

Para untar a forma: margarina ligth, açúcar demerara e canela em pó.

DSC_1398

 

Preparo:

Bata no liquidificador os ovos, o azeite e o açúcar (opcional). Depois adicione a uva passa e as bananas e bata novamente.

Despeje em um recipiente o conteúdo do liquidificador e acrescente o farelo de aveia, a quinoa e o fermento em pó. Misture delicadamente com uma espátula de silicone.

DSC_1401

Unte uma forma de bolo inglês ou forma redonda com furo, com margarina light, açúcar e canela em pó, despeje a massa do bolo e leve ao forno pré-aquecido por 20 minutos.

Observações:

Se você não tiver quinoa, troque-a por farelo de aveia. Desta forma você deverá usar 2 xícaras (chá) de farelo de aveia ao invés de 1 e 1/2.

Se você não tiver farelo de aveia, use farinha de aveia.

Utilize as bananas bem maduras, pois é o açúcar da própria fruta e da uva passa que dará o sabor doce ao bolo.

Esse bolo é uma sugestão saudável e menos calórica para a substituição do bolo tradicional, mas lembre-se que é muito importante consultar um nutricionista.

 

Diferenças Entre Farinha de aveia e Farelo de aveia

A farinha de aveia é obtida a partir da camada mais interna do grão, enquanto o farelo de aveia é obtido da camada externa do grão.

Apesar de possuir um pouquinho mais de gordura, o farelo de aveia é menos calórico, contém menos carboidrato e tem maior percentual de proteína e fibras. Ambos auxiliam no bom funcionamento do organismo e proporcionam saciedade.

Porém, o farelo de aveia por conter alto teor de fibras solúveis, torna-se mais eficiente na propriedade de reduzir e manter os níveis de colesterol no sangue.

 

Benefícios da Quinoa

De acordo com especialistas, os benefícios da quinoa são regular o intestino, aumentar a disposição, retardar o envelhecimento, recuperar as fibras musculares, controlar os níveis de colesterol, glicemia e triglicérides no sangue, combater anemia, problemas urinários e doenças do fígado, além de prevenir a osteoporose, câncer da mama, doenças do coração e outras alterações decorrentes da carência de estrogênio na menopausa.

 

Benefícios da Uva Passa

Por conta da desidratação, os compostos da fruta que trazem benefícios para a saúde ficam mais concentrados na uva passa. Entre essas substâncias estão os fenólicos, que apresentam ações específicas no corpo. O principal efeito é atuar como antioxidante, ou seja, proteger o corpo dos radicais livres. Eles também contribuem na prevenção de doenças vasculares e de infarto, além de diminuírem a sensação se fome e contribuírem para o controle de peso.

Nela encontramos:

Fibras: ajudam no funcionamento do intestino e promovem saciedade

Potássio: importante para o equilíbrio da pressão arterial

Vitaminas do Complexo B: participam na geração de energia para as células.

Vitamina E: ação antioxidante

Vitamina K: participa no processo de coagulação sanguínea.

 

LEIA TAMBÉM . . .

Sushi fácil e barato

Flor de jujuba para decorar mesa de festa

Suco Rosa: um aliado da saúde

Omelete Especial e Nutritivo

Berinjela Recheada

Vem dançar comigo: Samba dos Alunos do Rafael Thomé

Maquiagem Árabe para Dança do Ventre

Maquiagem Mulher Gato

Anti rugas com Retinol e DMAE

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Apresentação Samba – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

 

Olá amigas leitoras do Blog Mania de Mulher!

Nos posts anteriores acompanhamos as apresentações de Bolero e Lambada-Zouk, realizadas pelos alunos da Escola de Dança Rafael Thomé. Hoje, o samba está no ar e irá nos embalar com toda a sua energia através de vídeo, fotos e relatos de minha experiência pessoal.

1505256_794095050636883_1690402267637833880_n

Antes do surgimento do samba propriamente dito, se dançava o batuque africano em filas ou em rodas com o ritmo acompanhado por palmas. O samba no Rio de Janeiro surgiu do batuque africano, de Angola e do Congo.

Depois da abolição da escravatura, se formaram basicamente duas vertentes do samba, a primeira tinha grande influência do maxixe e desse samba surgiu posteriormente o samba dançado a dois, o samba de gafieira. Na década de 40, as pessoas passaram a dançar em pares nos salões públicos, nas chamadas gafieiras ou cabarés localizados em sobrados de Botafogo, Catete e Centro no Rio de Janeiro. Por coincidência ou não, as academias mais conhecidas ficam nesses bairros.

10850308_997144853648227_3090103859399994715_n

A segunda vertente foi a que subiu o morro, levada por problemas sócio econômicos da época, dando origem, entre outras coisas, às escolas de samba e na forma dançada ao samba-no-pé. No final da década de 20 e início da década de 30, surgiu o Samba-Enredo para acompanhar os desfiles das escolas de samba. Também apareceu o Samba-Choro que apresentou uma complexidade melódica bem mais intensa e também uma harmonia mais interessante, um derivado do choro instrumental. Surgiu também, o Samba-Canção que era uma música com uma temática sentimental e que tinha uma melodia mais elaborada.

PhotoGrid_1418667295393

 

O samba de gafieira dançado na década de 40 é diferente do dançado atualmente. O samba de gafieira atual importou alguns movimentos que são característicos do tango argentino e incorporou também passos acrobáticos em que a dama é lançada, como por exemplo a enceradeira e o cabide.

Na foto ao lado, eu e meu namorado estamos fazendo uma pose para os flash's. É o nosso "minuto de fama", rsrs… Na realidade, essa pose vem de um passo chamado cadeirinha, que também é considerado acrobático, pelo fato dos pés não estar tocando o chão. Confiram neste link aqui, o passo a passo para a execução da cadeirinha durante a dança.

 

As academias do Rio, levaram o samba de gafieira para São Paulo na década de 1990. Em São Paulo se dançava um samba de gafieira carioca da década de 40 que, porém, não evoluiu. O samba de São Paulo é diferente do samba do Rio, é o chamado pagode paulista, que é bonito de se ver, porém tem menos passos que o do Rio.

No Rio de Janeiro existem diferenças no samba dançado nas diversas academias. De modo geral é o mesmo samba, mas podemos dividi-lo em três estilos: samba rasgado (rápido); samba lento sem ginga e com técnica apurada; e samba com ginga sem técnica apurada.

Cada estilo tem seu propósito, por exemplo: o samba rápido é melhor dançado pelas academias de samba rápido. As academias de samba lento, sem ginga, porém com técnica apurada, é onde qualquer um consegue aprender a dançar, é também uma forma de apresentar o samba para o europeu de maneira que ele possa aprender. As de samba gingado, você tem que ter o samba no sangue, para que consiga aprender e fique bonito, o que não é para qualquer um.

Verdadeiramente, o samba é o ritmo em que eu e meu namorado temos maiores dificuldades. Apesar das nossas limitações, nos saímos melhor no samba lento e somos bastante persistentes no aprendizado desse ritmo desafiador. Sim, para nós esse é um ritmo desafiador, pois em busca dos movimentos que estão guardados na memória, nos aprisionamos no mecanismo dos passos e ficamos preocupados com a execução dos movimentos, daí a dança não flui naturalmente e sem que percebamos nosso semblante se fecha em estado de concentração.

No vídeo da nossa apresentação é possível notar isso, além de várias passagens sem sincronismo do grupo, todavia, eventos como esse, proporcionados pela Escola da Dança Rafael Thomé, ajudam a evoluir nossa dança e a lidar com as nossas emoções, pois não é fácil expor-se diante do público.

10421962_518442898292850_583573350318071925_n

O friozinho na barriga, o medo de errar, a tensão foram nossas fiéis companheiras, rsrs. Apesar de algumas falhas, nos sentimos agradecidos pela oportunidade de nos apresentar pela primeira vez em nossa vida e muito felizes ao observar os olhares atentos dos expectadores, principalmente das crianças.

10348999_794088947304160_3788304956360300447_n

A dança também trouxe à tona amizade da minha infância e juntamente com ela vieram as boas recordações da época (faz muiiiito tempo isso, rs…). A Claudia – veja foto abaixo – e eu, estudamos juntas a partir da 3ª série do primário até a 8ª série do ginásio. Após alguns anos, nossos caminhos se cruzaram novamente através da dança e nos tornamos parceiras no samba!

PhotoGrid_1418667198577

 

 

Da esquerda para a direita: Claudia (coleguinha de infância, rs…); Ingrid; Nádia; Paula; Aline.

 

 

 

 

 

Amigos, familiares e outros alunos da escola de dança, nos prestigiaram deixando a noite mais alegre ainda.

10404222_794091783970543_2033650816996123095_n

10509726_794089877304067_4948619495560764611_n

10881524_794088493970872_3188925074301390174_n

Foi exaustivo conciliar, família, trabalho, faculdade, namoro e ensaios para as apresentações, mas ao final de todo o sacrifício senti-me realizada por alcançar os objetivos propostos e tudo resumiu-se em duas palavras: EU CONSEGUI. Acredito que esse parágrafo, traduz o sentimento do restante do grupo também.

Continuarei nessa jornada, aprendendo e podando as arestas para que na próxima apresentação, que se dará a 1 ano, eu tenha crescido na dança e possa compartilhar com vocês minha evolução.

Parabéns à equipe pela perseverança!!!

10868296_794096433970078_8831571860766968127_n

Da esquerda para a direita: Claudia e Eduardo; Ingrid e Darci; Nádia e André; Paula e Jádson; Aline e Claudio.

Agora, fiquem com o vídeo… Até a próxima!

Samba de Gafieira com os alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Texto sobre a história do samba extraído do site Culturamix e Dança de Salão

 

L E I A   T A M B É M

Apresentação Bolero – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Apresentação Zouk – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Apresentação Forró – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Primeiros passos para dançar Tango

Aprenda a Lavar seus Pincéis de Maquiagem

Sugestão Maquiagem Leve para Reveillon

Resenha Pincéis Réplica da MAC

Batom Rosa Elegance n115 Koloss

Resenha Absolut Control LOreal

Anti Rugas Caseiro da jornalista Glória Maria

Apresentação de Zouk – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

 

Olá amigas leitoras do Blog Mania de Mulher!

Dando continuidade a saga das apresentações realizadas pelos alunos da Escola de Dança Rafael Thomé em dez/2014, eis aqui um ritmo que permite explorar ao máximo a sensualidade dos movimentos.

Zouk

Muitos o conhecem apenas como "Zouk", todavia, vou na contramão da maioria ao entender que – conforme o site Dança à Dois – o termo mais adequado seria "Lambada-Zouk". Vamos saber por que?

A origem da Lambada-Zouk

Acredita-se que o termo Lambada à Pinduca foi usado pelo Rei do Carimbó em uma música em 1976. No norte do Brasil, o termo Lambada é empregado para traduzir o açoite dado por um chicote no ar. Deu-se o nome de lambada à dança pela alusão do movimento da cintura ao movimento do chicote tangido no ar.

Quando nós do "dançaadois" usamos o título de Lambada-Zouk estamos fazendo uma opção, praticamente partidária, pois não há consenso de como rotular essa dança brasileira, mesmo entre os próprios brasileiros. Alguns ainda chamam de lambada, outros de lambada francesa, zouk, zouk brasileiro e outros, como nós, defendemos o uso de Lamba-Zouk. Segundo o coordenador do site, Roberto Mendoza, quem não usa o termo brasileiro Lambada está dando gratuitamente os créditos de uma dança brasileira para outros países. Será que os caribenhos nos deixariam chamar a Salsa de "Cebolinha Brasileira"?

Mas também não há como deixar de reconhecer que a dança Lambada deve muito à música caribenha Zouk (festa em Creole), que inspirou uma dança mais suave, cadenciada e muito mais sensual que a Lambada original, além de manter ativos os praticantes de Lambada, que se viram órfãos de música nacional para praticar, quando a música Lambada praticamente desapareceu no início dos anos 90.

A história nos mostrou que a dança foi muito mais forte do que a música. Enquanto a música durou em torno de uns três anos, a dança está aí até hoje, adaptando-se a novos parceiros musicais sempre que necessário. Assim, acertou em cheio o Tio Piu, ex-diretor artístico da Ilha dos Pescadores (RJ), que profetizou: "Enquanto o Lambadeiro viver, a Lambada jamais morrerá". E enquanto não houver novas gerações de lambada, os brasileiros vão continuar dançando uma dança nacional ao ritmo estrangeiro.

Texto extraído do site Dança à Dois.

IMG_95892967742305

 

 

IMG_95931084069410

IMG_95964348823625IMG_95900922712675

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

         Esse foi o nosso momento!!!

 

 

Nossos professores Carla e Bruno, sempre fazendo um bom trabalho com seus alunos, através de uma coreografia simples, porém bem ensaiada e envolvente. Foi a dança mais sincronizada dentre todas as demais apresentações. Nossos agradecimentos à eles.

Acompanhem nossa apresentação apresentação no vídeo abaixo.

Apresentação de Zouk – Alunos dos professores Bruno e Carla

Amigos, familiares e outros alunos também nos prestigiaram, portanto, não poderia deixá-los fora desse post, pois estamos de certa forma interligados pela dança.

1555329_794087640637624_2215629846244497039_n

10386825_794088380637550_267111034695105872_n

10881671_794091533970568_5664303089660112152_n

10885533_794090607303994_1216273105861737402_n

1743605_794087587304296_3080572749854342871_n

Os benefícios da dança são amplamente conhecidos, mas pouco se fala da dança como uma terapia para a alma. Com um pouco de observação podemos notar que os resultados vão muito além do bem-estar físico.

A socialização, o combate à depressão e à timidez, alegria, auto-estima elevada e disposição para encarar as dificuldades do dia-a-dia são apenas algumas das transformações que se nota em quem se arrisca a adentrar no mundo da dança. Ao dançar, a pessoa se desprende dos medos, preocupações, preconceitos e vê seu estilo de vida ser transformado pouco a pouco.

Mas do que técnica, é preciso sentimento, e isso o ser humano tem de sobra!

Aguardem o próximo post, pois tem samba no ar…

L E I A   T A M B É M

Apresentação de Bolero – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Apresentação de Samba – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Apresentação de Forró – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Resenha: Creme anti rugas com Retinol, DMAE e Ginseng

Minhas Aventuras na Cozinha: Sushi Fácil e Barato

Resenha: Batom Ruby Woo MAC

SOS – Tratamento dos Cabelos com Tânagra, Kerastase e Amend

Cachos Perfeitos: Curl Forms ou Baby Liss

Li e Indico: "A Guerra dos Tronos"